quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

deus me livre de ser feliz-Pondé, Luiz felipe

DEUS ME livre de ser feliz. Existem coisas mais sérias que a felicidade. Algum sabichão por aí vai dizer, sentindo-se inteligentinho: "Existem várias formas de felicidade!". E o colunista dirá: "Sou filósofo, cara. Conheço esse blá-blá-blá de que existem vários tipos de felicidade, mas hoje não estou a fim".Um bom teste para saber se o que você está aprendendo vale a pena é ver se o conteúdo em questão visa te deixar feliz.Se for o caso e você tiver uns 40 anos de idade, você corre o risco de sair do "curso" engatinhando como um bebê fora do prazo de validade. A mania da felicidade nos deixa retardados.Querer ser feliz é uma praga. Quando queremos ser felizes sempre ficamos com cara de bobo. Preste atenção da próxima vez que vir alguém querendo ser feliz.Mas hoje em dia todo mundo quer deixar todo mundo feliz porque agradar é, agora, um conceito "científico". Quem não agrada, não vende, assim como maçãs caem da árvore devido à lei de Newton.Mas eu, talvez por causa de algum trauma (fiz análise por 20 anos e acho que Freud acertou em tudo o que disse), não quero agradar ninguém.Não considero isso uma "vantagem moral", mas uma espécie de vício. Claro, por isso tenho poucos amigos. Mas, como dizem por aí, se você tiver muitos amigos, ou você é superficial, ou eles são, ou os dois.Quanto aos meus alunos e leitores, esses eu nunca penso em deixar felizes, graças a Deus.Desejo para eles uma vida atribulada, conflitos infernais com as famílias, dúvidas terríveis quanto a se vale a pena ou não ter filhos e casar.Desejo que, caso optem por não ter família, experimentem a mais dura solidão da existência humana, porque, no fundo, não passam de egoístas. Mas se tiverem família, desejo que percebam como os filhos cada vez mais são egoístas porque querem ser felizes e livres.Desejo para eles pressões violentas no mercado de trabalho. E jantares à meia-noite diante de um trabalho que não pode ficar para amanhã porque querem viajar e ter grana para gastar.Quem quiser ser livre, que aguente a insegurança da liberdade. Quem for covarde e optar por uma vida miseravelmente cotidiana que veja um dia sua filha jogar na sua cara que você foi um covarde.Especialmente, desejo um futuro cruel para quem acredita que "ser uma pessoa de bem" a protege de ser infiel, infeliz, abandonada e invejosa.Espero que um dia descubram que, sim, eles têm um preço (apenas desejo que seja um preço alto) e que se vendam.Espero que percebam que seus pais não foram santos e parem com essa coisa de gente brega de classe média que tenta inventar uma "tradição ética familiar" que só engana bobo.E por que digo isso? Porque hoje todos nós estamos um tanto infantilizados e só queremos que nos digam o que achamos legal.O resultado é uma massa de obviedades. A tendência é transformar o pensamento público em autoajuda ou em "compromisso com um mundo melhor", o que é a mesma coisa.Quem quer agradar é, no fundo, um frouxo. Vejamos alguns exemplos do produto "querer ser feliz". Comecemos por quem acha que o seu "querer ser feliz" é superior e espiritualizado.Talvez você queira virar luz quando morrer porque ser luz é legal (risadas). Deus me livre de querer virar luz quando morrer. Prefiro as trevas.Se for para continuar vivendo depois de morto, prefiro viver no "meu elemento", as trevas, porque sou cego como um morcego.Normalmente, quem quer virar luz quando morrer é gente feia ou magra demais. Mulheres bonitas vão para o inferno, logo...E gente que acha que frango tem mãe (só porque ele "descende" do ovo de uma galinha, e ela de outro...) e por isso é crime matá-los? Trata-se de uma nova forma de compromisso com a "felicidade social e política".Entre esses "felizes que desejam a felicidade para os frangos" existem pessoas de 40 anos com cérebro de dez e pessoas de dez anos que um dia terão 40, mas com o mesmo cérebro de dez. Não creio que mudem.Hoje é Carnaval. Espero que você não tenha pegado aquele trânsito idiota de cinco horas para ser feliz na praia.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Manifesto

> Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de
> vinte pessoas em sua lista de endereços, por sua vez, pedir a cada um
> daqueles a fazer o mesmo
> 
> Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta
> é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
> 
> Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil)
> 
> 1. O congressista receberá salario somente durante o mandato. E não
> terá direito a aposentadoria diferenciada em decorrência do mandato.
> 
> 2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente
> e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o
> regime do INSS imediatamente. O Congressista participa dos benefícios
> dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O
> fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
> 
> 3. Congressista deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como
> todos os brasileiros.
> > 4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário, que será
> objeto de plebiscito.
> 
> 5. Congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo
> sistema de saúde como o povo brasileiro.
> 
> 6. Congressista está sujeito às mesmas leis que o povo brasileiro..
> 
> 7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares
> devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e
> procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.
> 
> 8. Todos os votos serão obrigatoriamente abertos, permitindo que os
> eleitores fiscalizem o real desempenho dos congressistas.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

a sobra do humano - felipe pondé- site cpfl

               O cristianismo diz que amar ao próximo é uma possibilidade e uma salvação para todos.
               Alguns creem que o mal seja apenas uma palavra para descrever o mundo da ignorância e do irracional, combatendo a ilusão da religião e dos mitos pautando a vida pela ciência e pela certeza do avanço politico alcançado: o dogma da democracia muitos de nós respiramos aliviados.
Doce ilusão, seria o ser humano capaz de deixar para traz SEUS “FANTASMAS” DE ÓDIO, RANCOR, INVEJA E DESTRUIÇÃO?
              A vocação para ódio e para o mal no homem e na mulher é algo interligado suas formas históricas são variadas mas a fonte é sempre a mesma somos um animal: assustado, acuado, insatisfeito, que compara sucessos, que se sente injustiçado em sofrimento continuo.
Sempre haverá guerras, mortes, injustiças, medo porque essas são faces do humano, assim como o são suas capacidades para a arte, ciências, filosofia e moral.
como compreender algumas das causas da existência eterna e constante do ódio contra as ilusões de um mundo que se diz melhor pelo amor a mentira?
Olhar para as razões do ódio pode ser o melhor remédio contra o amor a mentira? 
A nova hipocrisia contemporânea?  

minha mensagem

SUA MENSAGEM É COMO IMAGINAR UM SIMPLES COMPORTAMENTO DA NATUREZA. O DE TORNAR OPOSTO O CONTAGIO, A TRANSMISSÃO DE UMA DOENÇA. SIM PORQUE SE A SAUDE FOR CONTAGIOSA QUEM TIVER MAIS OU SIMPLESMENTE TIVER SAUDE - TRANSMITIRÁ AO DOENTE E ELE FICARÁ BOM.

ISTO É POSSIVEL - ATRAVÉS DO AMOR INCONDICIONAL QUE ALGUMAS PESSOAS TÊM PELAS OUTRAS- SENTIR-SE BEM ATÉ MESMO FELIZ COM A FELICIDADE DE QUEM VOCE AMA VERDADEIRAMENTE MESMO QUE NÃO ESTEJA COMPARTILHANDO COM VOCE MAS INCONDICONAL SIMPLEMENTE ,AMAR. O PRESENTE PERTENCE AO SER - O PASSADO JÁ FOI - O FUTURO CHEGARÁ- LOGO O QUE ME PERTENCE É O PRESENTE QUE EU RETOMO COMO ESTADO FATO DE HOJE, MESMO QUE SEJA PASSADO OU  FUTURO SENDO BOM TORNO PRESENTE A QUALQUER MOMENTO, SOMENTE PARA TRAZER AS PESSOAS INCRIVEIS A ESTA MINHA INCRIVEL VIAGEM DE VOLTA AO PRESENTE VIVO E SAUDOSO.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

existencialismo de sartre

O existencialismo de Sartre postula que o homem não é um “ser emsi”,

não é um objeto inanimado como as coisas no mundo. Só as coisas

são em-si. O homem é um “ser para-si”, pois tem consciência de si

mesmo. O homem é um ser da liberdade, da escolha. É aquele que

deseja e escolhe o que deseja. Mas não se trata de obter o que se quer,

mas desejar com a alma, com discernimento, com autonomia,

determinar-se a querer por si mesmo. Dessa forma, o homem nada é,

mas torna-se o que se é quando constrói sua própria liberdade e,

portanto, sua própria essência.

É notório que em nossa época o homem moderno não escolhe

autenticamente a vida que quer levar. Ele assume compromissos sociais,

morais e religiosos que geralmente não pode cumprir. Por escolher mal

ele paga um preço muito alto, pois não consegue se libertar de suas

escolhas e fica angustiado. Para Sartre a angustia surge da consciência

de nossa liberdade, surge da responsabilidade por nossos atos. “É na

angústia que o homem toma consciência de sua liberdade (…) na

angústia que a liberdade está em seu ser colocando-se a si mesmo em

questão”. (SARTRE, 2002, p.72). Dessa forma, a angústia resulta da

revelação da nossa própria liberdade sem peias, limitada apenas por si

mesma, fonte absoluta de todo sentido. Mas esta liberdade “só é

descoberta reflexivamente, quando, engajado no mundo, em vez de

realizar meus possíveis (se se quiser, meus fins ou meu futuro), eu os

aprendo como meus” (MOUTINHO, 2003, p.77)

Sartre diagnosticou em nossa época que a maior parte dos seres

humanos preferem não ser livres. O homem prefere a não-liberdade do

que sentir a angústia de escolher sua própria liberdade. Alguns homens

prendem-se a riquezas, outros a fama. Uns levam o peso de seu orgulho,

outros o peso da solidão. Uns prende-se ao casamento, outros a

religião. Um curva a cabeça ao seu chefe, outro a familia. Só para

exemplificar, hoje em dia nós vemos uma grande parte dos casais

vivendo juntos sem amor, apenas se suportando. Isso por causa dos

filhos, por causa dos bens ou mesmo por dependência psíquica em

relação ao outro. A vida torna-se insuportável. O resultado são as brigas,

as traições, a ansiedade, as compulsões e as neuroses. Também há

profissionais que fazem a mesma atividade e odeiam o que fazem, são

incapazes de mudar de vida. Ficam na mesma profissão por anos a fio,

mesmo odiando o que fazem. É um desperdício das capacidades físicas,

intelectuais e da criatividade. A explicação de Sartre para estes

problemas está na angústia da escolha. O homem tem medo da

liberdade. Para muitos seres humanos a liberdade gera a angústia.

Muitos não suportam esta angústia e para não assumir a liberdade,

fogem dela. São incapazes de escolher. São homens da má-fé. A má-fé é

a atitude característica do homem que não é capaz de escolher. Este

tipo de homem aceita passivamente sua situação, pensa que sua vida é

assim porque Deus quis e que não pode mudar seu destino. Ele aceita

os valores, normas e regras da tradição passivamente sem nunca

refletir sobre elas. Ele engana a si mesmo e pensa que é dono de seus

atos.

O exemplo de má-fé no amor é bastante ilustrativo. Para Sartre a

união amorosa é um conflito irreconciliável, já que assimila a própria

individualidade e a do outro em uma mesma transcendência. Em

conseqüência disso, implica o desaparecimento do caráter de um dos

dois. Quem ama limita a liberdade alheia, apesar de respeitá-la. Dessa

forma, no amor a atitude da má-fé acontece quando o indivíduo está com

alguém há anos sem sentir amor, mas por questões morais, religiosas ou

por gratidão, fica assim mesmo com a pessoa. Ele não a ama, mas

dissimula para si mesmo que a ama. Ele não quer fazer uma escolha

pela qual teria que se responsabilizar. O indivíduo recusa a dimensão do

para-si e torna-se em-si. Ele é um objeto, uma coisa, o puro nada. É o

homem responsável que recusa sua liberdade e se torna um ser

conformado.

Quando não temos convicção sobre o que realmente desejamos e

sentimos, somos levados a desejar e a querer o que a sociedade ou

grupos nos inculcam. A ambição e as metas que temos não são nossas,

mas aprendemos e a adquirimos de outros. Lutar pelo êxito financeiro,

procurar ser um profissional bem sucedido, ter fama ou poder para

sermos amados e admirados torna-se uma ilusão. O resultado disso é a

ansiedade, o vazio interior e a solidão. Quando os verdadeiros

sentimentos e desejos se perdem surge a apatia e a resignação. A vida

torna-se fútil, sem emoções e os sonhos perdem sua importância. Esse

medo e incapacidade de escolher nos leva ao vazio. O vazio vem do

sentimento do nada que experimentamos. A pior coisa que pode

acontecer a um homem é o nada. O nada é o não-ser, o não se realizar, o

não querer mais, é o cansaço e a impotência.

MOUTINHO, Luiz D.S. Sartre:Existencialismo e Liberdade. São Paulo:

Moderna, 2003

SARTRE. J. L’Existentialisme est un humanisme. Paris: Gallimard. Col.

Folio. 1996

SARTRE. J. O testamento de Sartre. Paris: 1980. L&PM, São Paulo, p. 17-

64. Entrevista concedida a Benny Lévi para Nouvel Observateur

SARTRE, J. P. O Ser e o Nada: Ensaio de ontologia fenomenológica, trad.

Paulo Perdigão Petrópolis: Vozes, 2002

ALUNOS EJA 2011 -

Tolerância- Em torno de um conceito

(em construção !)

Conceito de Tolerância

A palavra tolerância, provém da palavra
Tolerare que significa

etimologicamente sofrer ou suportar pacientemente. O conceito

tolerância radica numa aceitação assimétrica de poder: a) Tolera-se

aquilo que se apresenta como distinto da maneira de agir, pensar e

sentir de quem tolera; b) Quem tolera está, em princípio numa

posição de superioridade em relação aquele que é tolerado. Neste

sentido pode ou não tolerar.

A tolerância pressupõe sempre um padrão de referência, as

margens de tolerância e aquilo que se assume como intolerável.

A tolerância pode surgir como a simples aceitação das diferenças

entre aquele que tolera e o tolerado, ou como a disponibilidade do

primeiro para integrar ou assimilar o segundo.

Fundamentação

A fundamentação da tolerância tem variado bastante ao longo dos

séculos. Mas em que sentido podemos falar de tolerância? Será a

tolerância uma exigência moral? Teológica?

Quatro perspectivas essenciais sobre a fundamentação da

tolerância.

1. A Tolerância como Prudência.
Pode tolerar-se por mero calculo,

tendo em vista, por exemplo, evitar conflitos quando não se têm a

certeza quanto ao desfecho final dos mesmos. Pode também

tolerar-se posições contrárias quando não se tem a certeza sobre

algo.

2

.A Tolerância como Indiferentismo.
Pode tolerar-se por uma

questão de princípio relativista. Se aceitarmos que não existem

verdades absolutas, então todas as posições se tornam legítimas e

aceitáveis. Pode tolerar-se também devido há ausência de

convicções e valores próprios. Neste caso aceita-se as ideias do

Outro não por respeito, mas porque não se possui nada para opor

ou defender. Nesta perspectiva, a tolerância terminar quase

sempre no indiferentismo, onde a verdade e a mentira se

equivalem.

3

. A Tolerância como Culto das Diferenças.
Podemos ser tolerantes

por respeito pelas diferenças do Outro. Nas nossas sociedades,

este tipo de tolerância manifesta-se frequentemente em relação a

duas situações muito distintas: a) Aceitam-se e respeitam-se as

diferenças daqueles que outraora foram discriminados, como os

homossexuais; b) Aceitam-se e respeitam-se todas as culturas que

antes foram discriminadas ou combatidas. Neste último caso, a sua

negação é assumida como um empobrecimento da diversidade

cultural da humanidade. Este princípio tem servido tanto para

fundamentar o multiculticulturalismo como o racismo e a xenofobia.

Na verdade a aceitação da identidade cultural do Outro não

significa que o aceitamos como igual, nem sequer que aceitemos

conviver no mesmo espaço."Iguais, mas separados" é, não nos

podemos esquecer, um dos novos lemas do racismo.

4

. A Tolerância como uma exigência dos Direitos Humanos.
Desde

a antiguidade clássica que a especulação sobre a natureza

humana se traduziu na afirmação de que todo o ser humano possui

um conjunto de direitos fundamentais ou naturais imutáveis:

liberdade, dignidade, etc. Baseado neste pressuposto, John Locke,

por exemplo, irá fundamentar a tolerância. Em rigor, todavia não

faz sentido falarmos de tolerância entre seres iguais por

natureza.Todas as convicções e ideias são legítimas porque

produto de homens livres e com os mesmos direitos. Esta posição

conduzida ao limite, termina no indiferentismo ou seja na negação

de todo e qualquer valor.

Limites da Tolerância

Até onde devemos aceitar o Outro nas suas diferenças? Pode uma

cultura sobreviver quando no seu próprio seio tolera aquelas que

defendem o seu oposto?

Razão Intolerante

Em nome da tolerância, isto é, de uma razão que combate de todos

os constrangimentos, desde o século XVIII que se cometeram

inúmeros crimes contra a própria humanidade.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

primeira serie C - EJA _ VERDADE FLEXIVEL


imagine fazer as necessidades nas planta...Urinol de Eddie Gandelman. (Fonte da imagem: Tuvie)
Já diz o ditado que, quando a natureza chama, é melhor atender. E numa dessas pode acabar sobrando para um inocente arbusto. Felizmente, no que depender do designer Eddie Gandelman, as plantinhas poderão tirar proveito da situação um tanto desconfortável.
Gandleman pensou em um urinol público mais higiênico, discreto e capaz de utilizar a urina para regar plantas. A estrutura proposta tem quatro urinóis com espaço e privacidade para quem precisa se aliviar e, na parte central, uma estrutura que coleta e filtra a urina para utilizá-la para regar uma planta na parte de cima.
De acordo com o site Tuvie, que divulga projetos de design, o processo de filtragem é dividido em três etapas e foi aprovado por um professor de toxicologia.
Já o site Tree Hugger consultou Michael Hines, de outro site, o Trend Hunter (que pode ser traduzido como “Caçador de Tendências”), e a ideia lhe soou boa. Para Hines, bares e restaurantes podem cultivar vegetais ou frutas, ao mesmo tempo economizando em gastos e diminuindo a emissão de carbono. Obviamente, nesse caso, será necessário certificar a eficiência do mecanismo de filtragem para evitar contaminações.
E, por mais que a eficácia seja comprovada, não se pode dizer que a ideia de aproximar dejetos humanos com o cultivo de plantas e frutas é facilmente aceita pelo público. Ao que tudo indica, a natureza agora vai chamar e, de quebra, ser mais correspondida do que se pode pensar.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10918-urinol-ecologicamente-correto-filtra-a-urina-para-regar-plantas.htm#ixzz1WpVTVvME